sexta-feira, 3 de julho de 2009

Tributo ao Pequeno Gigante Jorge Henrique


***
Nosso pequeno Jorge carrega o nome do santo que nos guarda.

Por isso, talvez, aqui encontrou seu exército.

No tal "inferno" do Beira-Rio, nosso guerreiro de 1,69m levitou
sobre dois botinudos zagueiros para decretar o fim da arrogância
colorada.

Depois, foi um dedicado operário, subindo e descendo a
escada da construção do título.

Cercava, marcava e fazia assistências.

Ao fim, nosso Romário sem marra caiu em prantos. Derramou
a lágrima pesada e merecida.

Depois, contou sua saga. Nascido em Resende, no Rio,
o caboclinho passou fome, mal tinha o que vestir.

A mãe o abandonou.

O pai, seu Germano, morreu cedo, vítima das dificuldades da
vida.

Quem o criou foi uma tia.

Depois, virou um viajante da bola. Passou pelo Náutico, Atlético
PR, Santo André, Ceará e Botafogo.

Numa época de brucutus, disseram-lhe muitas vezes que "não
tinha corpo" para jogar futebol. Em Pernambuco, quase
terminou a carreira.

Jorge não desistiu e resolveu se tornar um atleta-padrão,
solidário, cooperativo e útil taticamente aos times em que
jogava.

Assim, sobressaiu-se no time no Botafogo.

No Corinthians também enfrentou o preconceito de alguns
torcedores, mas logo mostrou suas virtudes, ganhando a
simpatia da Fiel.

"Aqui me sinto em casa, porque esse é um time do povão, de
gente humilde como eu", disse emocionado a uma rádio paulista,
ainda em Porto Alegre.

No dia seguinte a sua maior façanha, quis ir a Brasília.

Emocionou-se de novo ao receber um abraço do presidente da
República, alguém que como ele venceu a pobreza e o
preconceito.

Tinha nos lábios um sorriso feliz de dever cumprido.

Este é o nosso Jorge, um colaborador de grupo, aquele que
voa mesmo sem o seu tradicional "aviãozinho", brincadeira
de eterno moleque.

Como Neco, Teleco, Wladimir e tantos outros, veio do povo
mais simples para compartilhar seu sonho com a Fiel.

Valeu, Jorge!

A Nação agradece e quer muito mais!

3 comentários:

Alemão disse...

E eu não gostava dele, agora não entendo porque cada grande time não tem um Jorge Henrique.

É O CORINGÃO disse...

O CAMINHO PARA SER BICAMPEÃO DO MUNDO EM 2010:

1) Manter a base do atual elenco e trazer mais alguns reforços de peso (tipo Deco, Edu ou ele: Carlitos).

2) Não relaxar geral no Brasileirão, para não passar o sufoco que passou o Fluminense do Renato Gaúcho, após ganhar a Copa do Brasil.

3) Torcer para a bi_x_arada se classificar para a Libertadores (elas tremem quando cruzam com um time brasileiro na Libertadores...).

4) Torcer para cruzar com a bi_x_arada no mata-mata da Libertadores (elas tremem quando cruzam com o Timão no mata-mata...).

5) Ficar alerta com os bastidores da Libertadores (esse torneio é mais esculachado do que muito festival de várzea por aí...).

6) Ganhar a Libertadores.

7) Prorrogar o contrato do Fenômeno até o final de 2010.

8 ) Ir para Dubai de navio ou de qualquer avião que não seja da Airbus (melhor não facilitar...).

9) A Fiel promover a "Invasão Corinthiana do Dubai", para gritar "Todo Poderoso Timão" durante os 90 minutos da final.

100) Raça corinthiana, fé em São Jorge e é nóis na FIFA outra vez!

Ademar disse...

Salve jorge que é henrique. lembro-me que no primeiro corinthias x palmeiras o luxa ficou p da vida com ele e mais ele encarou o cara pois ali é corinthias ali é jorge guereiro!!!

Abraços

Feliz timão 2009