sexta-feira, 19 de junho de 2009

A Verdade Sobre a Covardia de 1.976



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1) Apenas um jogo, no Rio Grande do Sul.

2) Árbitro tradicionalmente avesso ao Corinthians: José Roberto Wright.

3) Torcedores corinthianos barrados na entrada da cidade por brigadianos gaúchos. Tiveram que se deitar no asfalto fervente. Muitos foram pisados por soldados que riam dos "paulistas". Esse terror durou horas.

4) Time não conseguiu dormir. Foguetório na porta do hotel e buzinaço. A polícia não interveio.

5) Uma janela explodiu. Clima de terror. Jogadores só puderam pegar no sono após as 4 horas da manhã.

6) Água com sabor e aroma estranhos. Matheus teve de mandar comprar água fora do hotel.

7) Ameaça de envenenamento da comida. Atrasou o almoço.

8) Vestiários tinham sido envenenados por inseticidas. Jogadores tiveram severos problemas nos olhos e problemas respiratórios.

9) Gol legítimo do Corinthians anulado quando a partida ainda estava empatada.

10) Agressões da torcida que transformou o estádio num inferno. (Ver vídeo) Torcedores corinthianos foram confinados, sem água e sem acesso aos banheiros.

11) Corpo de bombeiros irrigou torcida do Inter, mas não o fez exatamente no trecho em que estavam os irmãos corinthianos.

Esta é a moral colorada. Ponto final.

Materia de Rogério Michelleti para o A3T


A polêmica do vestiário intoxicado em 1976.

Rogério Micheletti
AT3

O Inter, com um grande time, bateu o Corinthians na final do BR-1976. Mas os alvinegros reclamam até hoje

Internacional e Corinthians disputarão outra vez um título nacional. E teremos final, assim como aconteceu pelo Campeonato Brasileiro de 1976.

Naqueles tempos, o Colorado gaúcho era tecnicamente melhor do que o Corinthians e, principalmente por isso, levantou a taça daquele ano.

Orquestrado em campo pelo grande craque Paulo Roberto Falcão, o Inter venceu o alvinegro do Parque em uma única partida disputada no Beira-Rio. Resultado: 2 a 0, gols de Dadá Maravilha e Valdomiro.

Mas o título do Inter é até hoje questionado por muitos corintianos, que dias antes protagonizaram a “Invasão da Fiel ao Maracanã”.

Jogadores daquele time de 1976 reclamam sobre a “recepção gaúcha” naquele 11 de dezembro, dia anterior da grande final.

“Já sentimos que não seria fácil quando chegamos no Aeroporto Salgado Filho.

O Vicente Matheus (presidente corintiano) ficou desconfiado com a água do hotel, em que estávamos hospedados. Houve ameaças de envenenamento também da comida. O almoço teria atrasado mais de uma hora e meia.

Por isso, ele pediu para comprar água em outros lugares”, conta o goleiro Tobias, que também ficou incomodado com a atitude dos torcedores do Inter.

“Na madrugada daquele dia 12, os torcedores do Inter fizeram plantão em frente ao hotel e soltaram morteiros às 2h, 3h e 4h da manhã. Só depois de muito tempo é que os funcionários do hotel resolveram chamar a polícia. Ninguém do Corinthians conseguiu dormir direito. E olha que nós estávamos no sétimo ou oitavo andar”, reclama Tobias.

O ex-atleta diz ainda que o vestiário do time visitante não tinha a mínima condição de uso.

Alegam que um cheiro muito forte, impossibilitou a permanência da equipe no local. “O segurança Caldeirão, o massagista Rocco e o roupeiro Toninho foram os primeiros a entrar no vestiário e a sentirem um cheiro forte, de produto químico.

Em seguida entraram o Vicente Matheus, o Duque (técnico) e nós jogadores. Ele mandou que nós saíssemos de lá imediatamente e falou que não haveria jogo”, conta Tobias.

O folclórico cartola corintiano só mudou de idéia após conversa com dirigentes do clube gaúcho.

“O Matheus bateu o pé. Por isso, o Inter teve de ceder um outro vestiário, que era usado pelo time juvenil deles.

O local também não era grande coisa, mas era melhor do que o vestiário do time visitante. E, pelo menos, não tinha tanto cheiro”, conta Tobias, que testemunhou o sofrimento dos quase 15 mil corintianos nas arquibancadas do estádio colorado.

“Estava um calor intenso, mais de 30 graus. Eu via os bombeiros jogando água no Internacional. Mas quando se aproximavam da torcida do Corinthians, eles desligavam a água. Faltou solidariedade”, revela.

Também há informações de torcedores, que viajaram até a capital gaúcha para ver aquela final, de que não havia água nas torneiras dos banheiros -no espaço destinado à Fiel Torcida- e que os vendedores não trafegavam no local.

“Algumas atitudes não foram dignas de uma grande final. Foi mesmo uma batalha muito difícil. Dentro e fora de campo”, finaliza Tobias.

5 comentários:

César disse...

Fato sepultado pela imprensa anticorinthiana...

Imaginem se fosse o contrário...

Basta ver a histeria que aquele lance do Fábio Costa e do Tinga provocou em 2005, e que fazem questão de lembrar a todo momento.

KOHMY BHAMBY disse...

SALVE CRISTIAN!

O TERROR DA BI_X_ARADA!

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JOÃO disse...

JÁ HOUVE UMA DECISÃO DE TÍTULO ENTRE CORINTHIANS X ENTREGACIONAL NO BEIRA-RIO.

FOI NO BRASILEIRÃO DE 1976, NA PARTIDA QUE SE SEGUIU À DA INVASÃO CORINTHIANA DO MARACANÃ.

HOUVE APELAÇÃO RASTEIRA.

COISA DE VÁRZEA.

AINDA PIOR DO QUE A QUE O CORINTHIANS SOFREU NA DECISÃO DA COPA DO BRASIL DE 2008.


A VERDADE É QUE ENCARAR O CORINTHIANS EM UMA DECISÃO NÃO É FÁCIL.

POR ISSO, APELAM PARA TUDO.

ÀS VEZES, TANTA APELAÇÃO DÁ RESULTADO (E FICA TUDO POR ISSO MESMO; A IMPRENSA ATÉ ELOGIA...).

MAS, MUITAS VEZES, NEM ISSO ADIANTA.

QUE 2009 SEJA ASSIM.

CHEGOU A HORA!!

PRA CIMA DELES, TIMÃO!!!

larissabeppler disse...

Publiquem o Dossiê contra o Internacional aqui, estou finalizando o vídeo e vou adicionar esta página, com o dossiê, na descrição dele no youtube! :)

Abraços alvinegros.

Toim Rulez disse...

excelente postagem, assim como todo o blog
parabéns